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PM DO AMAZONAS SUSPENDE GREVE TEMPORARIAMENTE


A Polícia Militar do Amazonas iniciou um movimento reivindicatório que culminou numa greve. Veja a sequência de acontecimentos através de notícias de vários sites.

G1 – PM deflagra greve e pretende acampar na ALE-AM, em Manaus

Polícia Civil deve aderir ao movimento, diz representante.
Policiais pretendem acampar na sede da ALE-AM por tempo indeterminado.

Servidores da Polícia Militar entraram em greve na tarde desta quarta-feira (14) após manifestação que iniciou em frente à Universidade do Estado do Amazonas (UEA), e finalizou na Assembleia Legislativa do Amazonas(ALE-AM). Polícia Civil e servidores da saúde também aderiram ao movimento e pretendem entrar em greve. Praças devem acampar na ALE-AM reivindicando diálogo com o Governo do Estado.

Após cancelamento de uma reunião com o Governador José Melo, servidores públicos da saúde e das Polícias Civil e Militar iniciaram manifestação em frente a UEA e caminharam até a Assembleia. De acordo com o presidente da Associação dos Praças do Estado do Amazonas (APEAM), as reivindicações não são para ajuste salarial.

Greve PMAM

“Nós buscamos a reposição salarial da inflação, que é uma perda que nós tivemos e estamos com um salário menor, sem condições de sobrevivência e estamos pedindo pleitos que não custam R$0,01, como auxílio moradia, auxílio alimentação, auxílio fardamento”, afirmou.

Ainda segundo o presidente, militares pretendem acampar na ALE-AM por tempo indeterminado. Eles reivindicam um diálogo com o governador José Melo.

“Nós convocamos os policiais da Policia Militar para que se desloquem para a Assembleia Legislativa do Estado para nos apoiar, nós precisamos de força, pedimos que eles não montem serviço e nos apoiem nessa empreitada de conseguir uma solução para a categoria”, enfatizou. O representante afirmou ainda que 2.284 policiais esperam por promoção de cargo.

A Polícia Civil, que aderiu à manifestação, afirmou por meio do vice-presidente do Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil do Estado do Amazonas (Sinpol-AM), James Figueiredo, que a categoria também pretende aderir à paralisação.

“Estamos brigando por perdas salariais de acordo com o índice, então isso não influi em aumento salarial. Existia desde o ano passado uma previsão orçamentária para pagar a Data Base e a nossa promoção, para onde foi esse dinheiro? Queremos saber do governador”, afirmou.

Cerca de 800 servidores públicos aderiram ao movimento na tarde desta quarta-feira, entre Polícia Civil, Militar e saúde. Em Manaus, cerca de 5.000 policiais estão em serviço atualmente.

O G1 entrou em contato com o Governo do Estado mas não obteve resposta até a finalização dessa matéria.

Fonte: G1

Blog do Ebnilson – Greve da PM no Amazonas

“Praças da PM do Amazonas neste momento aquartelada dentro da Assembléia Legislativa reivindicando aumento salarial, enquanto isso, Governo do AM convocou todos os oficiais da PM para arrancar as praças de dentro da Sede da Assembléia Legislativa, pediu apoio também da PE (Policia do Exército) ao Governo Federal para prender as praças que estão envolvidas no movimento grevista. O bicho tá pegando, vários tiros de borracha foram dados em direção das praças aquarteladas, além do Batalhão de Choque e Rocam jogar bombas de efeito moral e gás de pimenta dentro da Assembléia Legislativa, a “Casa do Povo”. Até os Alunos Oficiais foram obrigados pelo Comando Geral da PMAM a bater de frente com as praças grevistas. Vários militares feridos no local, alguns agredidos violentamente pelos próprios irmãos de farda a serviço do Governo. A cena parece de guerra e o clima está ficando cada vez mais tenso entre os militares. Se o Governo e Comando não parar com essa covardia, vai acabar em morte entre praças e oficiais da PMAM. Isso é uma vergonha para todos nós policiais militares do Amazonas!
Relato do CB PM Assis, da Associação de Praças da PMAM.”

OBS: Texto do WhattsApp do presidente da Associação de Praças da PM do Amazonas.

Fonte: Blog do Ebnilson

 

G1 – ‘Não há necessidade de radicalismo’, diz comando da PM-AM sobre greve

Servidores da Polícia Militar paralisaram na tarde de quarta-feira (14).
Governo diz que reunião no 22 deve discutir reivindicações dos policiais.

O Comandante-geral da Polícia Militar do Amazonas, coronel Marcus James Frota Lobato, afirmou, nesta quinta-feira (15), que não vê razões para a deflagração da greve da categoria em Manaus. Ele afirma que uma reunião com o Governo do Estado está marcada para ocorrer no dia 22 deste mês para tratar das reivindicações.

Servidores da PM entraram em greve na tarde de quarta-feira (14). A categoria busca a reposição inflacionária, promoções, auxílio moradia, auxílio alimentação, auxílio fardamento e melhores condições de trabalho.

O comandante-geral falou ainda que deu início a uma série de ações para atender a necessidade da tropa. Ele afirmou que mudanças no vale alimentação, escala de serviço, além de escalas extras já estão sendo analisadas. Lobato assumiu o comando geral este mês, após a exoneração do coronel Gilberto Gouvêa.

Policiais aguardam resposta do Governo do Amazonas (Foto: Sérgio Rodrigues/G1 AM)

“Não vejo motivo para se fazer uma manifestação dessa natureza, mesmo porque, o governo já havia acertado com todos as associações e com todos os PM que ia sentar com eles na próxima quinta-feira (20). Não há necessidade desse radicalismo, que não leva a nada”, declarou.

Por meio da assessoria de comunicação, o Governo do Amazonas afirmou que o movimento grevista não compromete o policiamento na cidade e que há uma reunião para o dia 22 para discutir as reivindicações dos policiais.

Na 12ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), localizada no Parque das Laranjeiras, o funcionamento estava mantido na manhã desta quinta. Nenhum policial quis gravar entrevista. As atividades ambém ocorriam normalmente na 7ª Cicom, no bairro da Cachoeirinha.

Greve
O movimento grevista foi deflagrado após manifestação que iniciou em frente à Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Os servidores chegaram a acompanhar em frente à à Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM). Cerca de 300 servidores ficaram concentrados no local, segundo a Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam), Zona Oeste.

Na manhã desta quinta (15), o grupo seguiu para a sede da Associação dos Cabos e Soldados, na Avenida Torquato Tapajós.

De acordo com Gerson Feitosa, presidente da Apeam, 10 municípios dos 62 do estado confirmaram a paralisação e que, no momento, o policiamento está normalizado apenas nas unidades de Choque e da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam). Segundo ele, as unidades operacionais estão paradas.

Servidores se concentraram na Associação dos Cabos e Soldados nesta quinta (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)

Servidores se concentraram na Associação dos Cabos e Soldados nesta quinta (15) (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)

Fonte: G1

 

APEAM – Após assembleia com PMs, manifestação reivindicatória é temporariamente suspensa

Associação praças AM

Manaus/AM – As associações representativas da Polícia Militar do Amazonas composta pela Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam) e Associação dos Cabos e Soldados da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (ACS) informa que na tarde desta sexta-feira (16) após a reunião com o secretário de segurança pública do Amazonas, Sérgio Fontes, e o chefe da Casa Civil, Raul Zaidan, ficou marcado outro encontro para a próxima quinta-feira (22), com horário a definir, na reitoria da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), situada na avenida Djalma Batista, bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus.
Após o encontro desta tarde, os presidentes das associações reuniram-se com os militares adeptos do movimento reivindicatório na sede da ACS e ficou acordado a suspensão temporária até quinta-feira, quando o governador do Estado, José Melo (Pros), deverá apresentar possíveis soluções para a data base e promoções da categoria.
Nesse dia serão discutidas as pautas que não interferem no orçamento do Estado. Na reunião ocorrida nesta tarde, o governo se comprometeu em negociar com os militares esta questão.
Portanto, até a próxima quinta, não há qualquer tipo de manifestação reivindicatória da corporação. No entanto, serão mantidos os princípios já estabelecidos pelas associações representativas em prol dos praças do Amazonas.

Fonte: Ascom Apeam

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